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sábado, 9 de maio de 2015

Feliz Dia das Mães!!


sexta-feira, 8 de maio de 2015

Dependência Química X Hipnose Condicionativa

HIPNOSE CONDICIONATIVA REVOLUCIONA

                                                   TRATAMENTO DE DROGA DEPENDÊNCIA

 
 
 
Entrevista com Prof. Luiz Carlos Crozera

Como classificar os casos de drogadição?

Prof. Crozera Sigo quatro parâmetros básicos para determinar níveis dos drogaditos, são eles:
 
1)Drogaditos eventuais
- São aqueles que possuem tendências a serem portadores do “vício”, nunca compraram a droga, “filam” apenas ou compartilham a mesma droga com outras pessoas. A droga ainda não faz parte efetiva da sua vida.

2) Drogaditos de Primeiro Grau
- São aqueles que compram suas drogas, acabando, não entram no processo de ansiedade para comprar outra. Ainda não condicionaram o ato de usar a droga com alguma atividade diária. Simplesmente usam para relaxar, esporadicamente. Nesses casos, as pessoas ainda conseguem parar por conta própria, quando quiserem, mas podem retornar ao vício facilmente, principalmente quando recebem pressão psicológica ou situações estressoras.
 
3) Drogaditos de Segundo Grau
- São aqueles que possuem certa dependência, compram suas drogas, quando estiver no final, correm para comprar outra, evitando ficar sem a droga por perto. Nesse estágio, a pessoa é um dependente da droga, seu uso está condicionado antes, durante ou depois de uma atividade diária ou um horário específico. Quando estiver sem a droga, entra em num leve processo de ansiedade, mas controlado. Nesses casos, as pessoas, para deixarem do vício definitivamente encontram certas resistências, ainda conseguem parar com muita força de vontade, possuindo tendências para voltar utilizá-la novamente, sob qualquer pressão ou estresse.
 
4) Drogaditos de Terceiro Grau.
- São aqueles cuja dependência é total, uma pequena quantidade não é mais suficiente durante o dia, sempre estará com uma quantidade reservada, seu estado psicológico fica alterado quando está sem a droga por perto, pode se tornar nervoso, até agressivo e violento, entra em processo de mau humor facilmente, pode ter hiperidrose (transpiração excessiva), tremores, palpitações cardíacas, insônia, falta de ar. É compulsivo, necessita da droga até para estimular sua digestão e suas necessidades fisiológicas, acorda, às vezes, à noite para consumi-la. Normalmente mascara sua ansiedade, diz que é relaxante e prazeroso (claro que é um disfarce psicológico, uma fuga). Após estar anos nesse estágio o drogadito gostaria de largar sua dependência, infelizmente não consegue sozinho, possuem receio de sofrer, entram facilmente em abstinência, chegam a roubar e até matar para sustentar o vício, naturalmente, precisará de tratamento intensivo e cuidados especiais.
 
 
Como as técnicas da Hipnose Condicionativa podem ajudar os dependentes químicos?
Prof. Crozera Posso citar diversos benefícios, como:
 
- TRATA QUALQUER TIPO DE DEPENDÊNCIA QUÍMICA, TRABALHANDO DIRETAMENTE AS CAUSAS EMOCIONAIS DO PROBLEMA, PARA REVERTER OS SINTOMAS.

- NÃO NECESSITA RECURSOS ADICIONAIS, NEM DE FÁRMACOS OU QUÍMICOS.
- PODE SER EMPREGADA DE FORMA PREVENTIVA.

- SEM NECESSIDADE DE INTERNAÇÃO E/OU ISOLAMENTO.

- PACIENTE FICA MAIS PARTICIPATIVO E COLABORATIVO AO TRATAMENTO.


- QUANDO EXISTIREM FATORES GENÉTICOS E/OU HEREDITÁRIOS, ASSIM COMO OS SOMÁTICOS, TODOS SÃO TRATADOS.
 
- ATUA NO PREPARO E REINTEGRAÇÃO DO INDIVÍDUO NA SOCIEDADE.

- GERA REAÇÕES COMPORTAMENTAIS POSITIVAS PERANTE INFLUÊNCIAS NEGATIVAS DO MEIO, EVITANDO RECAÍDAS FRENTE ÀS PRESSÕES PSICOLÓGICAS.

- IMPLANTA-SE NA MEMÓRIA CONDICIONAMENTOS VOLTADOS A AVERSÃO E REJEIÇÃO DAS DROGAS E ALCOOLISMO.

- AUTOCONTROLE NAS CRISES DE ABSTINÊNCIAS E COMPULSÕES.

- ELEVAÇÃO DA AUTO-ESTIMA E AUTOCONTROLE DOS NÍVEIS DE ANSIEDADE, NAS MAIS VARIADAS SITUAÇÕES.


- ACELERA O PROCESSO DE DESINTOXICAÇÃO DO ORGANISMO.

- MOTIVAÇÃO GERAL PARA A VIDA E ATIVIDADES EDUCATIVAS E PROFISSIONAIS.


- AMPLIA A EXPECTATIVA DE VIDA.
 
- MELHORA EM TODOS OS NÍVEIS DE RELACIONAMENTOS, TANTO FAMILIAR, COMO SOCIAL OU NO TRABALHO E ESTUDOS.
 
Leia a reportagem completa em:

 http://www.institutohipnologia.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=123:dependencia-quimica-x-hipnose-condicionativa&catid=3:artigos-sobre-hipnose&Itemid=10

 

             Hipnoterapia - Terapia Alternativa

                             (48) 9906 7182

quarta-feira, 6 de maio de 2015


Alguém sabe em qual lugar posso

encontrar a  FELICIDADE?




 

Hipnoterapia - Terapia Alternativa




segunda-feira, 4 de maio de 2015

Jovens buscam hipnose para ajudar na concentração nos estudos.

 

Aos 20 anos, jovem de MS quer cursar medicina e fará prova pela 4ª vez.
Marcada por mitos, técnica pode ser usada para solucionar problemas.

Ricardo Campos Jr. Do G1 MS
Melhora da concentração e redução da ansiedade eram problemas que a estudante Elisane Dias Maciel, 20 anos, tinha que corrigir antes de prestar o Exame Nacional do Ensino Médio pela quarta vez. Há três semanas, ela tem feito sessões de hipnose e aposta na técnica, aliada com uma rotina de estudos, para conseguir aprovação em medicina.
  
“Eu fui em busca disso, de obter um autocontrole para a minha compulsividade e ansiedade. Está me ajudando bastante”, conta.

O mito envolvendo a hipnose, geralmente associada a espetáculos em que as pessoas são deixadas em transe para a diversão da plateia, deixou a jovem receosa em recorrer à técnica. “Fiquei meio 'assim'. Não se ouve muito. É muito mistificada”, relata.

No entanto, depois de procurar mais informações sobre o uso terapêutico da técnica, experimentou e aprovou. “É uma reprogramação. Eu fui atrás para ver como funcionava. Nada mais é do que sessões de relaxamento para a gente se autoconhecer”, afirma.

Além de recomendar a outros estudantes que estejam passando pelos mesmos problemas relacionados a estudos, ela dá uma dica sobre a procura pelo serviço. “Tem que confiar no profissional e buscar informação sobre ele. Não é qualquer pessoa que pode fazer hipnose”.

Rodrigo Merjan diz que hipnoterapia pode resolver vários problemas (Foto: Ricardo Campos Jr. / G1 MS)Merjan diz que hipnoterapia pode resolver vários
problemas (Foto: Ricardo Campos Jr. / G1 MS)
 
Entre o mito e a técnica
O psicólogo e hipnoterapeuta Rodrigo Merjam, que atende Elisane, explica que os benefícios da técnica vão além da aprovação em concursos e vestibulares. “Obesidade, pessoas com dificuldades para emagrecer, fobias, ansiedade, medo, depressão”, relata.

Segundo ele, a formação do profissional para aplicar a hipnose envolve uma série de cursos que não exigem do interessado uma graduação específica.

“Temos alguns especialistas dentro de algumas áreas que se envolvem com a hipnose. Tem vários cursos. No Brasil, os melhores estão em São Paulo. Eu acredito que assim como a gente nunca está pronto enquanto psicólogo, nós nunca paramos de aprender”, diz.

O mito ainda faz parte dos profissionais que lidam com essa técnica quando o assunto é atrair clientes. “Eu acredito que o preconceito tem diminuído bastante. É mais uma falta de divulgação”, pondera.

Ainda assim, em Mato Grosso do Sul, trata-se de um método terapêutico ainda em desenvolvimento.
“Eu acho que em nosso estado é uma coisa principiante, está começando. São Paulo é de longe o mais avançado em relação à quantidade e profundidade de institutos de hipnose. Se você for analisar no mundo, como terapêutica, a hipnose tem evoluido muito. Voce tem países como Portugal, Inglaterra, que têm usado a técnica da hipnose e também da programação neurolinguística como forma de acelerar os processos e diminuir o tempo em que a pessoa fica insatisfeita com a situação dela”, conclui.
Elisane diz que hipnoterapia foi um bom reforço nos estudos e que a ajudará a fazer o Enem mais tranquila (Foto: Ricardo Campos Jr. / G1 MS)
Elisane diz que hipnoterapia foi um bom reforço nos estudos e que a ajudará a fazer o Enem mais tranquila (Foto: Ricardo Campos Jr. / G1 MS)
 

Daniella Sergio

Hipnoterapeuta Condicionativa - Terapia Alternativa

(48) 9906 7182

 

Fontes -
 
 

Por que as crianças francesas não têm Déficit de Atenção?

déficit atenção crianças

Déficit de Atenção em crianças francesas é inferior a 0,5% (Foto: Ilustração)

Como é que a epidemia do Déficit de Atenção, que tornou-se firmemente estabelecida em vários países do mundo, foi quase completamente desconsidera da com relação a crianças na França?

por Marilyn Wedge, em Psichology Today Tradução: Equilibrando
 
Nos Estados Unidos, pelo menos 9% das crianças em idade escolar foram diagnosticadas com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), e estão sendo tratadas com medicamentos. Na França, a percentagem de crianças diagnosticadas e medicadas para o TDAH é inferior a 0,5%. Como é que a epidemia de TDAH, que tornou-se firmemente estabelecida nos Estados Unidos, foi quase completamente desconsiderada com relação a crianças na França?
 
TDAH é um transtorno biológico-neurológico? Surpreendentemente, a resposta a esta pergunta depende do fato de você morar na França ou nos Estados Unidos. Nos Estados Unidos, os psiquiatras pediátricos consideram o TDAH como um distúrbio biológico, com causas biológicas. O tratamento de escolha também é biológico – medicamentos estimulantes psíquicos, tais como Ritalina e Adderall.
 
Os psiquiatras infantis franceses, por outro lado, vêem o TDAH como uma condição médica que tem causas psico-sociais e situacionais. Em vez de tratar os problemas de concentração e de comportamento com drogas, os médicos franceses preferem avaliar o problema subjacente que está causando o sofrimento da criança; não o cérebro da criança, mas o contexto social da criança. Eles, então, optam por tratar o problema do contexto social subjacente com psicoterapia ou aconselhamento familiar. Esta é uma maneira muito diferente de ver as coisas, comparada à tendência americana de atribuir todos os sintomas de uma disfunção biológica a um desequilíbrio químico no cérebro da criança.
 
Os psiquiatras infantis franceses não usam o mesmo sistema de classificação de problemas emocionais infantis utilizado pelos psiquiatras americanos. Eles não usam o Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders ou DSM. De acordo com o sociólogo Manuel Vallee, a Federação Francesa de Psiquiatria desenvolveu um sistema de classificação alternativa, como uma resistência à influência do DSM-3. Esta alternativa foi a CFTMEA (Classification Française des Troubles Mentaux de L’Enfant et de L’Adolescent), lançado pela primeira vez em 1983, e atualizado em 1988 e 2000. O foco do CFTMEA está em identificar e tratar as causas psicossociais subjacentes aos sintomas das crianças, e não em encontrar os melhores bandaids farmacológicos para mascarar os sintomas.
 
Na medida em que os médicos franceses são bem sucedidos em encontrar e reparar o que estava errado no contexto social da criança, menos crianças se enquadram no diagnóstico de TDAH. Além disso, a definição de TDAH não é tão ampla quanto no sistema americano, que na minha opinião, tende a “patologizar” muito do que seria um comportamento normal da infância. O DSM não considera causas subjacentes. Dessa forma, leva os médicos a diagnosticarem como TDAH um número muito maior de crianças sintomáticas, e também os incentiva a tratar as crianças com produtos farmacêuticos.
 
A abordagem psico-social holística francesa também permite considerar causas nutricionais para sintomas do TDAH, especificamente o fato de o comportamento de algumas crianças se agravar após a ingestão de alimentos com corantes, certos conservantes, e / ou alérgenos. Os médicos que trabalham com crianças com problemas, para não mencionar os pais de muitas crianças com TDAH, estão bem conscientes de que as intervenções dietéticas às vezes podem ajudar. Nos Estados Unidos, o foco estrito no tratamento farmacológico do TDAH, no entanto, incentiva os médicos a ignorarem a influência dos fatores dietéticos sobre o comportamento das crianças.
 
E depois, claro, há muitas diferentes filosofias de educação infantil nos Estados Unidos e na França. Estas filosofias divergentes poderiam explicar por que as crianças francesas são geralmente mais bem comportadas do que as americanas. Pamela Druckerman destaca os estilos parentais divergentes em seu recente livro, Bringing up Bébé. Acredito que suas idéias são relevantes para a discussão, por que o número de crianças francesas diagnosticadas com TDAH, em nada parecem com os números que estamos vendo nos Estados Unidos.
 
A partir do momento que seus filhos nascem, os pais franceses oferecem um firme cadre – que significa “matriz” ou “estrutura”. Não é permitido, por exemplo, que as crianças tomem um lanche quando quiserem. As refeições são em quatro momentos específicos do dia. Crianças francesas aprendem a esperar pacientemente pelas refeições, em vez de comer salgadinhos, sempre que lhes apetecer. Os bebês franceses também se adequam aos limites estabelecidos pelos pais. Pais franceses deixam seus bebês chorando se não dormirem durante a noite, com a idade de quatro meses.
 
Os pais franceses, destaca Druckerman, amam seus filhos tanto quanto os pais americanos. Eles os levam às aulas de piano, à prática esportiva, e os incentivam a tirar o máximo de seus talentos. Mas os pais franceses têm uma filosofia diferente de disciplina. Limites aplicados de forma coerente, na visão francesa, fazem as crianças se sentirem seguras e protegidas. Limites claros, eles acreditam, fazem a criança se sentir mais feliz e mais segura, algo que é congruente com a minha própria experiência, como terapeuta e como mãe. Finalmente, os pais franceses acreditam que ouvir a palavra “não” resgata as crianças da “tirania de seus próprios desejos”. E a palmada, quando usada criteriosamente, não é considerada abuso na França.
 
Como terapeuta que trabalha com as crianças, faz todo o sentido para mim que as crianças francesas não precisem de medicamentos para controlar o seu comportamento, porque aprendem o auto-controle no início de suas vidas. As crianças crescem em famílias em que as regras são bem compreendidas, e a hierarquia familiar é clara e firme. Em famílias francesas, como descreve Druckerman, os pais estão firmemente no comando de seus filhos, enquanto que no estilo de família americana, a situação é muitas vezes o inverso.

 

Hipnoterapia - Terapia Alternativa

 
Fonte -
http:/www.pragmatismopolitico.com.br/2013/05/deficit-de-atencao-nas-criancas-francesas.html