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sábado, 25 de abril de 2015

Escola X Escolarização  

                                    Mário Sergio Cortella

Para refletir ...

 
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terça-feira, 21 de abril de 2015

Meu filho, você não merece nada

       

A crença de que a felicidade é um direito tem tornado despreparada a geração mais preparada.

Por Eliane Brum

Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.

Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.

Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.

Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.

Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.

É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?

Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.

Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.

Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.

A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.

Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.

Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.

Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.

Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.

O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.

Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.

Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.

Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.

Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

   Divulgação
ELIANE BRUM
Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).
E-mail: elianebrum@uol.com.br Twitter: @brumelianebrum


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI247981-15230,00.html

 

Síndrome do ninho vazio


A galinha bota os ovos e por algum tempo os fica chocando, até que chega o dia em que nascem os pintinhos. Saem pelo terreiro para conhecer o seu mundo, pois a partir daí terão que se virar sozinhos, a galinha não cuidará mais deles, e aquele ninho que estava cheio de ovinhos agora se encontra vazio. O que faz a galinha? Fica chorando desesperada pela falta dos pintinhos? Não, porque a natureza é sábia e a galinha vai cuidar da vida dela.
Porque não é assim com os humanos?
O casal tem seus filhos, os criam, os educam, os amam muito e quando eles crescem e querem levar suas vidas sozinhos, vem a cobrança dos pais:
- Você não fica mais em casa!
- Agora só pensa nos amigos ou namorado (a)!
- Se fica em casa, fica enfiado no seu quarto!
- Não quer mais sair com a gente!
- Não dá mais satisfação de nada !
Essas frases provavelmente não é novidade para ninguém. A isso chamamos de síndrome do ninho vazio!!!
Mas a vida é assim e os pais deveriam passar por isso com menos dor, pois a natureza também é sábia com os humanos, pois enquanto crescemos precisamos dos cuidados dos pais, mas depois de adultos, apenas precisamos conviver com nossos pais.
O que faz tanto os pais sofrerem é a sensação de que os filhos não dependem mais deles, que um namorado ou namorada passa a ser o centro de atenção do filho (a). O amor que antes era dedicado aos pais passa a ser dividido com amigos, namorados e famílias de namorados. Mas não foi assim também com os pais? Porque seria diferente com nossos filhos?
Ouvimos muito falar de qualidade de relacionamento dos pais com a criança. Isso é extensivo também aos filhos adolescentes e jovens adultos, o importante não é a quantidade de convivência e sim sua qualidade.
Filhos não são propriedades dos pais e sim uma extensão deles.
Rosana Poiani
Psicóloga Clínica

Fonte - http://www.universopsi.com.br/rp010.html

Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade em crianças: Desordem ou Dom ?

                                           Amor, Família, Inteligência Emocional

Você provavelmente sabe que uma criança distraída tem dificuldade de concentração e nunca fica parada. Ela deve ter Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, certo? Talvez não. Na verdade, essa criança, provavelmente, tem um dom do qual você não está ciente.

A energia única em cada criança
Toda criança nasce com uma natureza única. No meu trabalho com as crianças, eu descobri quatro padrões distintos de energia que as crianças expressam naturalmente.
Você provavelmente já viu esses padrões. Algumas crianças são naturalmente mais ativas, enquanto outras são mais moderadas. Algumas crianças precisam de mais tempo no social, enquanto outras querem solidão.
Descrevo estas energias diferentes em quatro tipos. Quando você sabe qual tipo de energia a criança expressa, você aprende muito sobre o que as torna únicas.

Como os quatro tipos representam o Transtorno?
No meu modelo de comportamento de crianças, o primeiro dos quatro tipos expressa uma forma aleatória, uma luz não estruturada. Eu chamo esse tipo de Crianças Divertidas e Amorosas (Tipo 1). Elas se conectam com o mundo social e interagem com ele.
Quando colocadas em um ambiente altamente estruturado (como a escola), sua energia é muitas vezes incompreendida. Elas são julgadas como desfocadas e hiperativas. Em suma, Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade .

 que realmente está acontecendo?
Em um esforço para libertar-se de muita estrutura, as crianças tipo 1 tornam-se mais altas e aleatórias do que naturalmente são. Elas fazem isso para resistir a uma estrutura que vai contra a sua natureza.
A verdade é que estas crianças podem se concentrar (e realmente se concentram), em um ambiente mais desestruturado de aprendizado.

Porque isso é um presente?
Todos os quatro tipos de crianças expressam dons naturais.
Crianças Divertidas e Amorosas (Tipo 1) naturalmente trazem outros tipos de energia e iluminam nosso humor. Elas têm mentes brilhantes que pensam tão rápido que você tem a impressão de que elas não estão se concentrando em tudo, mas estão.
Estas crianças têm o dom de ter mais ideias do que podem realizar. Isto pode fazê-las parecerem dispersas. Mas, se você apreciar suas ideias e orientá-las no jeito certo de prosseguir, você vai ajudar estas crianças a expressarem um tremendo poder criativo.

Os outros três tipos de Crianças

Eu mencionei apenas as crianças Divertidas e Amorosas (Tipo 1). Elas são as mais propensas a serem diagnosticadas com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade. Mas é importante entender também os outros três tipos de crianças.

Crianças Sensitivas (Tipo 2)

Essas crianças muitas vezes se adaptam a uma estrutura escolar. Mais suaves, elas tendem a seguir o fluxo. Elas naturalmente trazem paz. Seu principal desafio é se preocupar muito com os detalhes.

Crianças Determinadas (Tipo 3)

Orientadas para conseguirem resultados, essas crianças realizam tarefas rapidamente. Elas também podem ser diagnosticadas erroneamente com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, pois geralmente realizam suas tarefas muito antes de seus colegas de classe. Eles podem experimentar o desafio de serem mal interpretadas como indisciplinadas ou hiperativas.

Crianças Sérias (Tipo 4)

Com um movimento mais exato e analítico, essas crianças aceitam ou rejeitam a estrutura da escola. Elas podem se concentrar naturalmente em uma tarefa por longos períodos de tempo. Elas são muitas vezes mal interpretadas como críticas, mas quando parabenizadas por sua natureza, são muito respeitosas.

Como nós machucamos nossas crianças
Muitos argumentam se o transtorno existe ou não. Eu não estou tomando um lado.
Estou, no entanto, apontando uma tendência que fere os nossos filhos. Como, às vezes, rotular seus dons naturais como pontos fracos, porque não os compreendemos.
O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade é apenas um exemplo. Muitas crianças só são diagnosticadas com ele quando começam a estudar. Isso não é rotular? Precisamos reconhecer que muitas vezes crianças que não possuem o transtorno estão sendo diagnosticadas com ele.
Em um sistema cultural e de ensino que exige um comportamento mais focado, estruturado, crianças com energia naturalmente mais elevada são classificadas como hiperativas. Precisamos reavaliar nossa percepção sobre estas crianças ou vamos continuar a feri-las, dizendo a elas que são falhas.

Um convite para pais, professores, treinadores e mentores
Você pode ser pai, professor ou trabalhar com crianças que acha que são hiperativas, muito tímidas, indisciplinadas, ou muito explosivas. Considere a possibilidade de que os problemas que você vê nessas crianças pode, na verdade, ser uma evidência de suas maiores forças.
Convido você a parar de rotular dons naturais de seus filhos como deficiência.
Ao invés disso, pergunte a si mesmo: “Como posso honrar a energia natural desta criança e permitir que ela atinja o seu maior potencial?”
Seu filho é um presente para o mundo. Você vai ser um presente para o seu filho se agir dessa maneira.
 
           Ajude-os a se tornarem a versão verdadeira e maravilhosa de si mesmos, pois é isso o que eles estão destinados a ser!

Traduzido pela equipe de O Segredo
Fonte: FinerMinds
           http://thesecret.tv.br/2015/04/transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-em-criancas-desordem-ou-dom/

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Motivação na Aprendizagem

Autor: Cássia Ravena Mulin de Assis Medel
 
 
Um educador motivado pela vocação, forma alunos motivados pelo senso de organização.
 

Um bom docente, tem no seu ânimo, fonte de motivação para todos...

Os professores estão sempre se perguntando sobre o que devem fazer para que os alunos realmente aprendam.
 
Segundo o dicionário Silveira Bueno, motivação quer dizer exposição de motivos ou causas; animação; entusiasmo. Através dessas definições, pode-se constatar que estar motivado é estar animado, entusiasmado. Para isso, é necessário ter motivos para se chegar a esse estado.
 
Qualquer coisa que se faça na vida, é necessário primeiro a vontade de realizá-la, senão nada acontece. Isso também ocorre na educação. Educação requer Ação e como resultado dessa ação, há o APRENDIZADO. Mas para que se realize a ação e esta resulte no aprendizado é necessário, inicialmente, que haja a VONTADE, nesse caso, a vontade de aprender. O professor deve descobrir estratégias, recursos para fazer com que o aluno queira aprender, em outras palavras, deve fornecer estímulos para que o aluno se sinta motivado a aprender. Como por exemplo:
  • Dar tratamento igual a todos os alunos;

  • Aproveitar as vivências que o aluno já tem e traz para a escola no momento de montar o currículo, incluir temas que tenham relação, isto é, estejam ligados à realidade do aluno, a sua história de vida, respeitando a sua vida social, familiar;

  • Mostrar-se disponível para o aluno, ou seja, mostrar que ele pode contar sempre com o professor;

  • Ser paciente e compreensivo com o aluno;

  •  Procurar elevar a auto-estima do aluno, respeitando-o e valorizando-o;

  • Utilizar métodos e estratégias variadas e propostas de atividades desafiadoras;
 
  • Mostrar-se aberto e afetivo para e com o aluno;
     
     
  • "Acolher" realmente o aluno;
     
     
  • Dar carinho e limites na medida certa e no momento adequado;
     
     
  • Manter sempre um bom relacionamento com o aluno, e consequentemente, um clima de harmonia;
     
     
  • Fazer de cada aula um momento de real reflexão;
     
     
  • Ter expectativas positivas acerca do aluno;
     
     
  • Saber ouvir o aluno;
     
     
  • Não ridicularizá-lo jamais;
     
     
  • Amar muito o que faz, a sua profissão de professor;
     
     
  • Mostrar para o aluno que ele pode fazer a DIFERENÇA, isto é, que ele tem o seu lugar e o seu valor no mundo;
     
     
  • Perceber que ele, o professor, pode fazer a DIFERENÇA, para o aluno;
     
     
  • O professor deve ensinar o aluno a ser ético e crítico, mostrando a ele que a crítica é boa, desde que feita de maneira adequada e que a ética é fundamental em qualquer relacionamento humano, em qualquer ambiente: Familiar, Social, Escolar, entre outros.



                 Fonte - http://sitededicas.ne10.uol.com.br/art_motivacao.htm