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sexta-feira, 17 de abril de 2015

Por que você me incomoda tanto?

por Maria Silvia Orlovas - morlovas@terra.com.br


O incômodo nasce de uma irritação com situações e coisas que não conseguimos controlar. Pessoas que nos perturbam normalmente ferem nossas concepções sobre a vida, amor, relacionamentos ou sua simples conduta na vida. O que essas pessoas fazem nos fere porque vai contra nossos princípios, mas não devemos simplesmente taxá-las de inimigas, porque não é bem assim que as coisas acontecem. Muitas vezes essas pessoas que nos incomodam além do razoável são exatamente as pessoas que somos obrigados a conviver diariamente.

Pode ser que alguém que incomode você seja o seu namorado, seu filho, um colega de trabalho ou até mesmo sua sogra, como é amplamente comentado em verso e prosa.
A sogra parece ser o grande vilão dos relacionamentos estáveis, porque não é um parente escolhido, mas agregado pelo laço matrimonial. Vamos dizer que não é uma escolha. Mas afinal qual laço é escolhido?
Por acaso podemos escolher o temperamento ou atitudes de um filho?
Podemos mudar as escolhas de um irmão?
Podemos de alguma forma alterar o humor do nosso marido ou esposa?

Para a maioria deste tipo de pergunta, a resposta é não, pois não temos em nossas mãos ferramentas para alterar o comportamento das pessoas que nos irritam. E em geral, essa irritação torna-se o ponto central de nossos problemas porque desencadeia uma série de ações e pensamentos contrários e um desejo constante de mudar a forma dessa pessoa agir e de principalmente nos tratar.
Dessa forma, ficamos reféns das atitudes do outro. Passamos a ser reagentes do destino com quase nenhum controle sobre nossas experiências da vida. E quando alguém nos diz que temos que tomar as rédeas do destino é impossível não pensar que essa função não nos cabe. Por mais que tenhamos energia, humor, otimismo e força interior não nos sentimos capazes de lutar contra essa impotência frente às ações do outro.
Rezar para essa situação, nem pensar... porque quase sempre sentimos raiva daquilo que enfrentamos; podemos até compreender a imaturidade do outro, ou mesmo a ignorância, mas frente aos maus tratos que recebemos não conseguimos fazer prontamente como Mestre Jesus, há mais de dois mil anos nos ensinou: “Oferecer a outra face”...
E, afinal, para que faríamos isso se de nada adiantaria?

Trabalhando com Vidas Passadas há mais de dez anos aprendi muitas coisas interessantes, algumas nem tanto, mas verdadeiras. A primeira questão que se aplica a este aspecto de incômodo ou irritação com pessoas próximas é a constatação que são ligações kármicas, que permanecerão em nossas vidas até que tenhamos nos libertado da energia acumulada entre nós participantes....
Mas como fazer isso, como libertar alguém do nosso desconforto se a outra pessoa ainda não despertou para a necessidade de mudar?

De fato, devo concordar que não é uma tarefa fácil se libertar do incômodo de uma convivência difícil, mas devemos pelo menos tentar tomar as rédeas da situação. Não podemos durante uma vida inteira apenas reagir às agressões e desafetos. Podemos tentar nos conduzir de uma forma diferente. Claro que casamentos podem ser interrompidos e, na realidade, talvez de todas as relações kármicas sofridas, seja essa a condição mais fácil de terminar. Porque se não terminamos nos harmonizando com o parceiro podemos nos afastar fisicamente.
Todos sabemos que guardar mágoas é prejudicial à saúde e a condução de nossas vidas. E agora que tanto se comenta sobre a Lei da Atração deve ter ficado claro na cabeça de muitas pessoas que se mantivermos a mente subconsciente focada em dor, em raiva, ou sofrimento será isso que atrairemos para a nossa vida.
Sei, no entanto, que saber racionalmente das atitudes corretas a serem tomadas simplesmente não nos libera, pois não conseguirmos agir de uma forma libertadora quando dentro de nós vibra o desejo de justiça, de vingança ou mágoa e vitimismo que são energias que caminham juntas.
Para uma libertação maior é preciso mesmo oração, meditação e expansão da consciência, e isso é possível, mas é uma conquista que exige de nós constância, determinação e persistência.
Não basta saber intelectualmente, é preciso mudar a energia que carregamos no corpo sutil. Para isso precisamos mudar o foco interior. Inclusive, observar quais atitudes nossas são semelhantes às de nossos parceiros no sofrimento, pois mudando a sua forma de agir mudará tudo a seu redor. Quanto mais luz e vibração amorosa você vibrar mais purificará os resultados da sua vida.

Imagine que você está há muitas vidas tentando resolver determinadas tendências e que nesta vida está tendo acesso a muitas aberturas. Então, não é mais o momento de se sentir vítima de uma situação complicada. Ao contrário, quanto mais consciência você tiver de uma questão mais próxima está a solução.
Tenho observado que à medida que piora uma situação na nossa vida, mais próximos estamos da compreensão do caminho de cura.
A meditação neste caso é fundamental porque você lida diretamente com sua energia purificando e harmonizando sua consciência.

Assim, se você está muito incomodado com alguém, peça em suas orações que Deus limpe você dessa dor. Se for possível, afaste-se fisicamente da pessoa e dê um tempo para você. Porque quando sentimos raiva estamos alimentando tudo de ruim e negativo da situação e muitas vezes atraindo energias pesadas do astral inferior que encontram nessa brecha uma forma de cobrar seus deméritos tornando a situação ainda mais carregada. Se você estiver com raiva, assuma para si mesmo como se sente, pois tenho percebido que muitas pessoas não têm coragem de assumir que sentem raiva. E depois faça algo para limpar. Uma boa caminhada num parque exigindo que seu corpo físico gaste energia e, ao mesmo tempo fazendo uma prece pedindo limpeza, costuma dar ótimos resultados.

Enfim, compreenda que você está lidando com pessoas, mas principalmente com uma vibração que não deve ser mais alimentada. Se você compreender que o outro está agindo de forma ignorante, não vibre da mesma maneira. Escolha pensar diferente, faça um movimento libertador, porque você pode fazer isso. Ao contrário do que você pensa, mesmo as dores de cabeça, tensão nas costas e até dores de estômago causadas por esse tipo de sofrimento podem ser tratadas com meditações ativas.

Tenho pesquisado muito sobre vibração e descobri várias maneiras simples de aliviar a carga emocional que nada mais é do que uma vibração. Podemos, por exemplo, tomar banhos de ervas para aliviar as tensões acumuladas no corpo sutil, orar, rezar, defumar a casa etc. Mas a atitude mais poderosa mesmo é tomar a consciência do nosso compromisso com esta pessoa e ter a coragem de mudar nossa forma de agir.
Como uma vez ouvi de um orientador: “a irritação é uma doença do ego”.
Curando a nós mesmos do sentimento de impotência, ganhamos cada vez mais poder e estaremos vibrando numa espiral positiva, atraindo para nossas vidas mais Amor e Luz. Pode confiar!
 

Hipnoterapia - Terapia Alternativa 

 daniellasergio.terapiaholistica.net

 


NOVOS ESTUDOS COMPROVAM »

Hipnose altera a atividade do cérebro para tratar ansiedade, fobias e até obesidade

Uma série de usos sensacionalistas contribuíram para que o método passasse a ser visto por alguns como uma forma de terapia ultrapassada. A hipnose para fins de tratamento, no entanto, ainda é vastamente usada para auxiliar no enfrentamento de problemas como dor crônica, fobias, dependência química e obesidade.
 
 

·        Notícia

Isabela de Oliveira - Correio Braziliense Publicação:13/02/2014 13:00Atualização:12/02/2014 08:43

Técnica com uma longa história, a hipnose alcançou popularidade e maior status terapêutico no século 19, sendo fundamental para que Sigmund Freud elaborasse sua teoria sobre o inconsciente. Uma série de usos sensacionalistas — incluindo shows com o objetivo de entreter a plateia — contribuíram para que o método passasse a ser visto por alguns como uma forma de terapia ultrapassada. A hipnose para fins de tratamento, no entanto, está viva. Ainda é vastamente usada para auxiliar no enfrentamento de problemas, como dor crônica, fobias, dependência química e obesidade. E ganha cada vez mais força à medida que novos estudos conseguem mostrar como ela atua sobre o cérebro.

Essas pesquisas, além de fornecerem evidências da eficácia da técnica, têm ajudado a desfazer muitas ideias equivocadas, como a de que alguém hipnotizado entra em um estado semelhante ao sono. O psiquiatra David Spiegel, um dos especialistas mais empenhados no estudo do tema, explica que os pacientes, de fato, entram em uma espécie de transe. Mas, longe de ficarem adormecidos, eles atingem um estado de alta concentração. “É como se a pessoa estivesse muito focada em um filme ou livro e se esquecesse de tudo que está ao redor”, explica Spiegel, diretor do Centro de Medicina Integrada da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.
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Por isso, a técnica pode ser utilizada como uma ferramenta para impulsionar o desempenho em atividades como o esporte. O especialista conta que um de seus alunos, integrante do time de futebol da universidade onde trabalha, descreveu ter melhores resultados quando conseguia deixar a mente livre de pressões externas e focar apenas na bola e no adversário. “Esse é um ato formidável de concentração, considerando que o jovem está no campo com outros 20 jogares muito fortes”, observa o professor.

Diferentes análises já comprovaram que a hipnose não se parece nada com o sono. Uma revisão de 41 estudos realizada por uma equipe da Universidade de Liege, na Bélgica, constatou que a maior parte dos pacientes descreve um estado alterado de consciência com maior grau de absorção de informações específicas. Nesses momentos, o fluxo sanguíneo cerebral aumenta em 16%, principalmente nas regiões occipital e temporal, responsáveis pelo processamento visual e auditivo.

Cores
A força da hipnose parece residir também na forma como o cérebro interpreta as sugestões dadas pelo terapeuta. Em um experimento conduzido por Spiegel, voluntários foram expostos a figuras pintadas em tons de cinza. Após serem hipnotizados, eles eram instruídos a enxergar cores nas ilustrações. Como é comum ocorrer com as pessoas nesse estado, os participantes passavam a ver o que era sugerido. O mais curioso, porém, é que exames de tomografia apontaram que as regiões do cérebro diretamente ligadas à percepção de cor foram realmente ativadas, embora Spiegel não saiba explicar por que o cérebro parece acreditar na cor inexistente.

Nem todas as áreas cerebrais, contudo, apresentam maior estimulação durante o estado hipnótico. Algumas, na verdade, sofrem o efeito oposto, ficando menos ativas. Isso acontece, por exemplo, com o córtex cingulado anterior (relacionado ao processamento da dor, entre outras funções), o córtex pré-frontal e dorsolateral (ligado a tomada de decisões morais e de risco) e tronco cerebral (ritmo cardíaco, respiração e dor).

Não é de se espantar, portanto, que a técnica ajude pacientes a enfrentar melhor quadros de ansiedade e dor, por exemplo. O grupo de pesquisadores de Liege, por exemplo, constatou em um estudo com 337 pacientes que, aliada à sedação intravenosa, a hipnoterapia proporciona maior alívio da dor e da ansiedade em pacientes submetidos a cirurgias. Segundo especialistas, estudos como esse mostram que não só as estratégias medicamentosas, mas também as psicológicas, podem modular áreas do cérebro que participam do processamento de estímulos nocivos e diminuir significativamente a sensação de dor nos pacientes.

Ainda não foram encontrados riscos para o tratamento com hipnose. No entanto, o psicólogo clínico brasileiro Benomy Silberfarb, autor de Hipnoterapia cognitiva (Vetor Editora), diz que alguns pacientes não são suscetíveis ao tratamento porque não conseguem confiar plenamente nas instruções do especialista. Ele ressalta ainda que há um certo perigo para pessoas com epilepsia, porque as ondas cerebrais desses indivíduos têm um ritmo diferente. “Portanto, para esses pacientes, há uma restrição já que essas variações podem gerar problemas, como convulsões”, esclarece o psicólogo.

De toda forma, os especialistas concordam que, embora não seja um remédio para todos os males, a hipnose é uma ferramenta útil à medicina moderna. “Nosso cérebro possui um papel poderoso no controle da dor, da ansiedade e de muitos outros problemas. De fato, muitas vezes, a cura depende apenas de nós mesmos. O cérebro é o remédio natural do corpo humano”, diz Spiegel.

Charcot
Freud se encantou com o poder da hipnose ao participar de um curso com Jean-Martin Charcot, um importante médico francês que utilizava a hipnose como um método contra diversas doenças psíquicas, principalmente a histeria, forma como a medicina da época chamava os quadros de pacientes que apresentavam sintomas como cegueira ou paralisia sem que houvesse uma causa clara. “Ao voltar para Viena, Freud adotou a terapia para que pacientes recordassem situações traumáticas. No entanto, ele abandonou a hipnose porque os pacientes não se lembravam do que acontecia nas sessões. Ele preferiu, então, tratá-los lúcidos”, conta Aloysio Augusto d'Abreu, presidente da Federação Brasileira de Psicanálise (Febrapi).

Deus grego
O termo hipnose foi cunhado, no século 19, pelo médico escocês James Braid, que definiu o estado como uma condição de “sono do sistema nervoso”. O nome vem do deus grego do sono, Hypnos. Tempos depois, no entanto, o próprio Braid percebeu que o fenômeno era marcado, na verdade, por intensa atividade mental.

Arma contra a obesidade

Esqueça as cenas em que o terapeuta balança um relógio de bolso na frente da pessoa. Os especialistas, hoje, utilizam técnicas de relaxamento que levam gradualmente ao estado hipnótico, que torna o paciente mais focado no que ouve e mais suscetível a vivenciar as imagens e situações que lhe são sugeridas.

O psiquiatra Leonard Verea, especialista em medicina psicossomática e hipnose clínica, explica que o terapeuta apenas ajuda o paciente a entrar nesse estado alterado de consciência. “É auto-hipnótico, na realidade. Mais do que o especialista atuando, é o paciente que se deixa hipnotizar”, explica o médico italiano radicado no Brasil. Segundo ele, é possível usar a hipnose para tratar todas as situações de origem emocional, como ansiedade, medo, insegurança, fobias, dificuldade de lidar com situações desconhecidas e somatizações — gastrite, úlcera, taquicardia e pressão alta, por exemplo.

Um exemplo de tratamento é o realizado pelo psicólogo clínico Benomy Silberfarb, que ajuda pessoas a perderem peso depois de as fazerem vivenciar, apenas com a sugestão hipnótica — uma cirurgia de redução do estômago. Ele conta que, logo na primeira sessão, verifica se o paciente é aberto à hipnose e, depois, simula a experiência de estar em uma sala de cirurgia, incluindo o som da enfermaria e dos respiradores, reproduzidos por um software. “A palavra-chave é acreditar. A pessoa fica consciente, mas não reage, apenas interage”, diz.

Sem mágica
Silberfarb garante que, ao longo das semanas seguintes, o paciente começa a eliminar alguns quilos, o que o ajuda a se empolgar com a nova terapia. Ele ensina também a pessoa a praticar a auto-hipnose fora do consultório. O psicólogo ressalta, porém, que há a chance de a pessoa voltar a engordar caso não trabalhe as razões que a levaram a ganhar peso em excesso. “Isso acontece porque o problema que o levou a comer não é resolvido só com a hipnose. Essa pessoa precisa procurar uma solução real. Eu utilizo a técnica como uma ferramenta da terapia cognivo-comportamental, que procura tratar o que realmente está acontecendo no interior desse paciente”, afirma.

“A hipnose tem indicações, mas não é uma panaceia”, reforça Aloysio Augusto d’Abreu, presidente da Federação Brasileira de Psicanálise (Febrapi) “Não adianta procurar um especialista achando que ele vai resolver tudo, porque não vai. Pode ser útil em alguns casos e para algumas pessoas.”

 "A hipnose tem indicações, mas não é uma panaceia. Não adianta procurar um especialista achando que ele vai resolver tudo. Pode ser útil em alguns casos e para algumas pessoas”

Aloysio Augusto d’Abreu,
presidente da Federação Brasileira de Psicanálise


Fonte - http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/02/13/noticia_saudeplena,147496/hipnose-altera-a-atividade-do-cerebro-para-tratar-ansiedade-fobias-e.shtml

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Síndrome de Culpa e a Hipnoterapia


Sentimento de Culpa: Origem e Consequências          

 Na categoria Psicologia Clínica
Publicado a 18 de Janeiro de 2013.
 O  sentimento de culpa é um dos mais nocivos sentimentos que podemos ter. Muitas vezes nesse está na origem de uma série de emoções negativas que contaminam todo o nosso ser.
O sentimento de culpa é dos piores que podemos reter e está necessariamente relacionado com o passado.
Do ponto de vista psicanalítico, o sentimento de culpa é uma frustração criada pelo confronto da realidade com o superego. Isto é, o sentimento de culpa deriva do confronto das expectativas da sociedade, família, amigos, etc. Esta realidade muitas vezes não indo de encontro as expectativas. Segundo a teoria psicanalítica, deve-se à consciência de uma “má gestão” dos impulsos do Id.
Numa perspectiva humanista, o sentimento de culpa é visto como um desenvolvimento pessoal não adequado.
Embora não seja em si só considerado uma patologia, pode dar origem a uma série de sintomas e sinais, dando mesmo origem a uma patologia, isto se não for tratado e gerido de uma forma saudável.
Ambas as perspectivas contribuem para percebermos o sentimento de culpa. Pois, muitas vezes, as pessoas carregam pensamentos como: “deveria ter ajudado mais”, “ se eu tivesse comportado daquela forma, aquilo não tinha acontecido”, “se eu tivesse me esforçado mais, o futuro seria diferente”, etc.
Como podemos ver, todos os pensamentos remetem para o passado, para um momento em que se assume a responsabilidade de que as respectivas ações criaram um futuro pior para a própria pessoa ou para outras. Ao mesmo tempo que permanece a crença que se as ações fossem outras o futuro seria melhor.
Neste funcionamento, existem principalmente 2 fatos questionáveis.
O primeiro fato é o assumir de responsabilidades, levantando questões como: Por que assumi a responsabilidade de determinado acontecimento ou pessoa? Será possível controlar todas as variáveis de um acontecimento, tornando-o completamente estável e previsível?
 Muitas vezes as pessoas assumem “responsabilidades” quando estas não são necessárias de serem assumidas ou quando estas são partilhadas.
O segundo fato é o indivíduo acreditar que poderia ter “construído” um futuro melhor se tivesse sido diferente. Este pensamento é ingênuo e sem lógica. Esta crença levanta questões como: Um comportamento ou ação define o futuro? Quantas vezes por coisas negativas, surgiram coisas positivas? Estar presos ao passado irá alterar o futuro para melhor? Lembre-se que é possível retirar coisas úteis e positivas das coisas negativas.
O sentimento de culpa é extremamente nocivo para a saúde física e mental. Este pode ser a origem de tristeza e depressão, além de que estudos demostram possíveis e sérias somatizações a nível físico.
É importante a libertação dos sentimentos de culpa para um bem-estar físico e psicológico.
          E você, está libertado de sentimentos de culpa?
          Para este sentimento de culpa, a hipnoterapia poderá ser um complemento para seu tratamento.
 
Contato: daniellasergio@terapeutaholistica.com.br
Fonte: http://www.psicologiafree.com/areas-da-psicologia/psicologia_clinica/sentimento-de-culpa-origem-e-consequencias/

terça-feira, 14 de abril de 2015

Momento de muito aprendizado e reflexão interior.

Instituto Brasileiro de Hipnologia
Sociedade Ibero Americana de Hipnose Condicionativa
Professor Crozera e Vand

Hipnose Condicionativa "vem resgatar a verdadeira essência da Vida, eliminando as impurezas da mente humana, possibilitando melhor qualidade de vida".

Florianópolis - Abril 2015

Momento de grande aprendizado.