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sábado, 4 de julho de 2015


 
 
 
HIPNOSE

 

Nos achados da Antiguidade, encontra-se textos, com mais de 4.500 anos, que nos relata como os sacerdotes da Mesopotâmia, usavam o Transe - um estado diferenciado da consciência usual - para realizar diagnósticos objetivando curas. Podemos considerar esses registros como sendo os mais antigos documentos a citarem o transe em sua função terapêutica, um hábito comum à diversas culturas naturalistas.

 No século XIX, ao pesquisar esse procedimento, o Dr. James Braid denominaria a esta ciência o nome de HIPNOSE. O nome escolhido advêm de Hypnos - deus grego do sono - e foi escolhido pelo Dr. Braid devido à semelhança do estado de transe com o estado de sonolência. Vemos assim, que desde seu surgimento, a Hipnose sempre esteve vinculada à busca da cura e é neste sentido que a ciência médica atual pesquisa não só a extensão que se pode obter com o seu emprego, como também as respostas de como e porque o cérebro processa o estado hipnótico.

A hipnose clínica pode ajudá-lo(a) a:

Reconhecer causas dos comportamentos desajustados e alterá-los;

 Reconhecer soluções em si para superar as dificuldades;

 Preparar-se para lidar com os problemas;

 Alterar crenças/conceitos e autoimagem desajustados ao seu bem-estar;

 Desfazer bloqueios inconscientes;

 Relaxar e descontrair, física e mentalmente;

 Aumentar o seu desenvolvimento pessoal e autoconhecimento;

 Melhorar a sua qualidade de vida.

” A MENTE HUMANA NÃO É FÍSICA, OS REGISTROS MENTAIS NELA CONTIDA SÃO APENAS E SIMPLESMENTE “ENERGIA”, QUE COMBINADAS, GERAM OS SENTIMENTOS, EMOÇÕES, PENSAMENTOS, ATITUDES, ETC., CULMINANDO EM ESTÍMULOS E AÇÕES FISIOLÓGICAS, METABÓLICAS, DE MOBILIDADE E COMPORTAMENTO.”

Luiz Carlos Crozera

Mais informações -

daniellaterbeck@gmail.com
(48) 9906 7182 

Fonte gravura -
http://www.bing.com/images/search?q=hipnose&view=detailv2&&&id=3771F2EBDA069EE827F4D055684B73F28B0E299A&selectedIndex=30&ccid=%2bvEJTFHG&simid=607988965384389070&thid=JN.4Ss0tkxZ5aVV5m4Fl%2fHK4A&ajaxhist=0